Comenda Niède Guidon deve homenagear pesquisadores científicos do Brasil
A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovou a criação da comenda Niéde Guidon. A homenagem leva o nome da célebre arqueóloga brasileira de projeção internacional, nascida em 1933, conhecida por suas teses sobre o povoamento das Américas, e morta em 2025. A comenda será entregue a pessoas físicas ou jurídicas com relevante contribuição para a ciência no Brasil. A proposta (PRS 49/2025) do senador Marcelo Castro (MDB-PI) segue para análise do Plenário do Senado.

Transcrição
A arqueóloga Niède Guidon foi uma pesquisadora de projeção internacional, que dedicou a vida ao estudo dos vestígios pré-históricos do Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, e foi uma das responsáveis pela criação da Fundação Museu do Homem Americano.
As teses de Niéde sobre o povoamento das Américas renderam ao Brasil protagonismo no cenário científico mundial.
A Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou projeto do senador Marcelo Castro, do MDB do Piauí, que cria uma comenda com o nome da arqueóloga para homenagear pessoas, instituições e empresas que contribuem para a ciência brasileira.
Na leitura do relatório, o senador Astronauta Marcos Pontes, do PL de São Paulo, destacou que a homenagem também pretende estimular a produção científica e a formação de novos pesquisadores no país.
(senador Astronauta Marcos Pontes) "Poder inspirar jovens para as carreiras de ciência e tecnologia. O Brasil precisa tomar ciência da importância estratégica da educação focada em resultados."
A comenda deve ser entregue todos os anos a até cinco pessoas físicas ou jurídicas, em uma sessão especial na semana de 12 de março, data de nascimento de Niède Guidon. A proposta segue para o Plenário do Senado.
Da Rádio Senado, Patrícia Oliveira.

