Comissão recomenda prazo de até um mês para atendimento de fissura labiopalatina — Rádio Senado
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Comissão recomenda prazo de até um mês para atendimento de fissura labiopalatina

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou uma indicação ao Ministério da Saúde para reduzir o tempo de espera no atendimento de crianças com fissura labiopalatina. A recomendação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) é que o tratamento especializado comece em até 30 dias após o diagnóstico para reduzir as complicações.

24/07/2026, 12h28 - atualizado em 24/07/2026, 12h33
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Transcrição
A indicação, apresentada pela senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, e aprovada na Comissão de Direitos Humanos, recomenda que o Ministério da Saúde regulamente, por meio de portaria, o prazo máximo de um mês entre o diagnóstico da fissura labiopalatina e o início do tratamento pelo Sistema Único de Saúde. A fissura labiopalatina é uma malformação congênita que pode afetar a alimentação, a fala, a audição e a saúde bucal. Ela atinge um em cada 650 recém-nascidos no Brasil. Para Damares, o atendimento precoce é fundamental para reduzir as complicações e melhorar o desenvolvimento das crianças. (senadora Damares Alves) "O bebê nasce, às vezes tem a fissura, não é nos lábios, mas é uma fissura palatina, que ninguém identifica no primeiro momento. Só depois de muitos dias que o bebê está em casa, com dificuldade de mamar, com dificuldade de comer, e aí que se descobre o problema. É uma fissura no palato." O tratamento da fissura labiopalatina exige cirurgias reconstrutivas e acompanhamento contínuo com fonoaudiólogo, dentista e psicólogo. O SUS já conta com centros especializados para esse atendimento, mas sem prazo definido, o que contribui para longas filas de espera. A indicação foi encaminhada para análise do Ministério da Saúde. Da Rádio Senado, Patrícia Oliveira.

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