158 milhões de brasileiros podem votar nas eleições de outubro — Rádio Senado
Eleições 2026

158 milhões de brasileiros podem votar nas eleições de outubro

Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de 2026, um aumento de cerca de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior. As mulheres representam quase 53% do eleitorado e aproximadamente 3,5 milhões de eleitores têm 18 anos ou menos. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram os maiores colégios eleitorais do país.

21/07/2026, 10h21 - atualizado em 04/08/2026, 15h53
Duração de áudio: 01:30
Foto: Luiz Roberto/TSE

Transcrição
Cento e cinquenta e oito milhões e setecentas mil pessoas devem decidir os mandatários dos próximos anos para a  Presidência da República, Governos estaduais e distrital, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Estaduais. Em relação às eleições de 2022, houve um acréscimo de dois milhões e duzentos mil eleitores. As mulheres representam quase cinquenta e três por cento do eleitorado e cerca de três milhões e quinhentos mil eleitores tem dezoito anos ou menos. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, ressalta que a população brasileira é soberana para escolher seus representantes e definir o futuro do país. (ministro Nunes Marques) "O futuro da nossa democracia não será delineado por máquinas mas pelos milhões de brasileiras e brasileiros que depositam nas urnas sua mensagem de esperança traduzida no voto direto secreto universal e periódico. Proteger a democracia significa também ampliar o acesso à participação política e remover barreiras históricas ao exercício da cidadania." Os três maiores colégios eleitorais estão na região Sudeste: São Paulo, com trinta e quatro milhões e eleitores, Minas Gerais, com dezesseis milhões e Rio de Janeiro, com quase treze milhões de eleitores. O número de brasileiros vivendo no exterior aptos para a participação das eleições também aumentou em relação a 2022. Já são novecentos e dezoito mil possíveis votantes, duzentos mil a mais em relação às últimas eleições presidenciais. Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.

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