Semana Nacional da Saúde Vascular vira Lei
O Executivo sancionou a lei que instituiu a Semana Nacional da Saúde Vascular (Lei nº 15.470/2026). O objetivo é destinar anualmente o período que compreende o dia 17 de agosto para o desenvolvimento de atividades educativas, informativas, de promoção e de conscientização sobre a importância em se prevenir, controlar e diagnosticar as doenças vasculares na população.

Transcrição
A Semana Nacional da Saúde Vascular agora é lei. O objetivo é destinar esse período para atividades educativas, informativas, de promoção e de conscientização sobre a importância em se prevenir, controlar e diagnosticar as doenças vasculares na população.
Pelo texto, a celebração e os eventos a ela relacionados serão realizados na semana do dia 17 de agosto.
Durante a discussão da proposta que deu origem à lei, a senadora Roberta Acioly, do Republicanos de Roraima, lembrou que as doenças cardiovasculares figuram como a principal causa de morte no Brasil, com 400 mil óbitos em 2022, segundo o Ministério da Saúde. Ela frisou ainda que esse cenário tem impacto direto na mortalidade prematura, na qualidade de vida da população e na sustentabilidade do sistema de saúde.
(senadora Roberta Acioly) "Diante desse cenário, iniciativas legislativas que instituem semanas temáticas ou campanhas de conscientização podem contribuir ampliando a difusão de informações qualificadas e estimulando a busca por diagnóstico e controle de fatores de risco, inclusive em condições associadas, como a doença arterial obstrutiva periférica e o tromboembolismo venoso."
Médico, o senador dr. Hiran, do Progressistas de Roraima, falou sobre a importância da inciativa legislativa.
(senador dr. Hiran) "A Semana da Saúde Vascular, que é muito importante para nós trabalharmos na conscientização de que nós temos que ter um cuidado absolutamente amplo na saúde do nosso país em relação, principalmente, hipertensão e diabetes que são co-causas das doenças vasculares. Se nós controlássemos hipertensão e diabetes em nosso país nós esvaziaríamos muito os hospitais."
De acordo com estudos de organizações internacionais de saúde, os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares são alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo e uso nocivo de álcool.
Da Rádio Senado, Hermann Kulitz.

