Criação do Dia Nacional do Panificador é aprovada em comissão
A criação do Dia Nacional do Panificador, a ser celebrado em 8 de julho, foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais (PL 3432/2024). Autor do projeto, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) destacou a tradição milenar do pão como símbolo do sustento e sua importância como "elemento central na dieta e na cultura brasileira". Para o relator, senador Jaime Bagattoli (PL-MS), homenagear os padeiros é a importância desses profissionais para a economia local e para o cotidiano das famílias brasileiras.

Transcrição
O projeto do senador Eduardo Girão, do Novo do Ceará, aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais, institui o Dia Nacional do Panificador, a ser celebrado todos os anos em 8 de julho. Girão defendeu a medida afirmando que o pão é um dos alimentos mais antigos e universais e um símbolo de sustento ao longo dos séculos; de forma que celebrar os panificadores, segundo ele, "é uma forma de homenagear aqueles que perpetuam essa tradição milenar, garantindo que o pão continue a ser um elemento central na dieta e na cultura brasileira".
Relator, o senador Jaime Bagattoli, do PL de Rondônica, lembrou da audiência pública realizada pela CAS no dia 16 de junho, com a presença de representantes do setor, ressaltando a importância de padeiros, confeiteiros e donos de padarias para a economia local e para o cotidiano das famílias brasileiras.
(senador Jaime Bagattoli) "A panificação constitui uma das atividades mais antigas da humanidade, acompanhando a evolução das civilizações e consolidando-se como ofício tradicional transmitido entre gerações. No Brasil, o setor de panificação e confeitaria é responsável por expressiva geração de empregos e renda, abrangendo milhares de micro, pequenas e médias empresas, muitas delas de caráter familiar, que contribuem decisivamente para o desenvolvimento local e para a economia nacional."
Dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria apontam que em 2020 o setor de panificação empregava cerca de 2,5 milhões de trabalhadores, direta ou indiretamente. Se não houver recurso para votação no Plenário, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.
Da Rádio Senado, Cesar Mendes.

