Centros de educação tecnológica de MG e RJ devem virar universidades tecnológicas — Rádio Senado
Plenário

Centros de educação tecnológica de MG e RJ devem virar universidades tecnológicas

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto que transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente, em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais e em Universidade Tecnológica Federal do Rio de Janeiro (PL 5102/2023). O projeto, que segue para sanção presidencial, ainda define regras de transição orçamentária, administrativa e de pessoal entre as instituições que deixarão de existir e as novas universidades. 

08/07/2026, 18h51 - atualizado em 08/07/2026, 19h29
Duração de áudio: 01:51
Foto: Arquivo Cefet-RJ

Transcrição
O Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto que transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente, em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais e em Universidade Tecnológica Federal do Rio de Janeiro. Pelo texto, além de cursos de graduação, pós-graduação e licenciatura voltados para a formação de profissionais nas áreas tecnológica e de professores para as disciplinas específicas de cursos técnicos e tecnológicos, as novas instituições vão ofertar vagas no ensino técnico de nível médio, na educação continuada e promover pesquisas no setor. Os alunos atualmente matriculados nos chamados Cefets serão transferidos automaticamente para as novas instituições, sem qualquer prejuízo quanto à continuidade dos cursos ou independentemente de adaptação. Relator do projeto na Comissão de Educação, o senador Camilo Santana, do PT do Ceará, explicou que, nos últimos anos, os CEFETs de Minas Gerais e do Rio de Janeiro ampliaram sua atuação no ensino superior, na pós graduação e na pesquisa aplicada, o que representou uma mudança no perfil acadêmico compatível com o modelo de universidades tecnológicas federais. (sen. Camilo Santana) - A conversão dessas instituições em Universidades Tecnológicas Federais representa medida compatível com sua evolução institucional e com a complexidade das atividades atualmente desenvolvidas. Trata-se de providência que fortalece a educação superior tecnológica, amplia a capacidade institucional de ensino, pesquisa e extensão e contribui para o desenvolvimento científico, tecnológico, industrial e regional do País. O projeto aprovado, que segue para sanção presidencial, ainda define regras de transição orçamentária, administrativa e de pessoal entre as instituições que deixarão de existir e as novas universidades, bem como de escolha de reitor. Da Rádio Senado, Alexandre Campos.

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