Nova lei regulamenta profissão de protesista e ortesista ortopédico — Rádio Senado
Regulamentação

Nova lei regulamenta profissão de protesista e ortesista ortopédico

Após aprovação do Senado, foi sancionada pela Presidência da República a Lei nº 15.456/2026, que regulamenta a profissão de protesista e ortesista ortopédico em todo o país. A expectativa é aumentar a confiança dos pacientes nos serviços prestados e incentivar investimentos em capacitação e inovação tecnológica na fabricação de próteses e órteses. A norma define os requisitos para o exercício da atividade, estabelece as atribuições dos profissionais responsáveis pela confecção e adaptação de próteses e órteses e exige formação específica ou experiência comprovada, além de atualização permanente. As novas regras já estão em vigor.

07/07/2026, 15h46 - atualizado em 07/07/2026, 16h50
Duração de áudio: 01:56
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Transcrição
Depois de passar por aprovação no Senado, foi sancionada pela presidência da República a lei que regulamenta a profissão de protesista e ortesista ortopédico no Brasil. A legislação determina que o profissional é o responsável por confeccionar, adaptar e ajustar próteses e órteses sob medida, sempre com base na prescrição de um profissional de saúde habilitado, como médico, fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional. A medida busca dar mais segurança aos pacientes que dependem desses dispositivos para recuperar a mobilidade e a qualidade de vida, além de reconhecer oficialmente uma atividade considerada essencial para a reabilitação física. A lei também estabelece que esses profissionais devem ter formação técnica específica ou comprovar experiência mínima de cinco anos na atividade, acompanhada de cursos de qualificação. A proposta foi relatada no Senado pela senadora Mara Gabrilli, do PSD de São Paulo, que destacou a importância da regulamentação. (sen. Mara Gabrilli) - "Esses profissionais são essenciais para a saúde. São eles que ajudam a devolver mobilidade, autonomia, independência para quem precisa de uma cadeira de rodas, de uma prótese de perna. Regulamentar essa atividade é valorizar conhecimento técnico e fortalecer todo o sistema de reabilitação do nosso país." Durante a análise da proposta no Senado, os parlamentares destacaram que a medida corrige uma lacuna histórica, já que a profissão era exercida há décadas no país sem uma regulamentação específica. A expectativa é de que a nova lei contribua para fortalecer a rede de reabilitação, aumentar a confiança dos pacientes nos serviços prestados e incentivar investimentos em capacitação e inovação tecnológica na fabricação de próteses e órteses. A nova lei já está em vigor. Com supervisão de Maurício de Santi, da Rádio Senado, Yasmim Rodrigues. 

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