Parceria com a China pode ampliar espaço para filmes brasileiros
A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou um acordo de coprodução cinematográfica entre Brasil e China, assinado em 2017 (PDL 1203/2025). O texto permite a realização de produções conjuntas que poderão ser exibidas no mercado chinês em condições semelhantes às obras nacionais. O relator da proposta, senador Humberto Costa (PT-PE), destacou o potencial econômico e cultural da parceria. O texto segue para análise do Plenário.

Transcrição
Um mercado de 1,4 bilhão de pessoas. É esse o cenário que busca ser alcançado pelo cinema brasileiro com o acordo assinado com a China em 2017 que prevê a criação de condições mais favoráveis para a colaboração entre os setores produtivos dos dois países na produção de obras cinematográficas. 16 países já possuem esse tipo de acordo com a China, que permite a coprodução e consequente exibição dos filmes em território chinês. O relator da proposta, senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, destacou que essa é uma grande oportunidade para o Brasil.
(senador Humberto Costa) "A relevância do acordo torna-se ainda mais evidente quando se observa a dimensão do mercado cinematográfico chinês, atualmente um dos maiores do mundo, com elevado número de salas de exibição e expressiva movimentação econômica no setor. Nesse contexto, a formalização de um acordo de coprodução representa importante mecanismo para ampliar o acesso das produções brasileiras ao mercado chinês".
A China possui pelo menos 43 mil telas comerciais de cinema, um dos maiores parques de exibição do mundo.
Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.

