Senadores lamentam morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro
O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu aos 68 anos. Ídolo do esporte, foi destaque no Pan de 1987 e maior pontuador da história olímpica. Em nota, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, afirmou que o Brasil se despede de uma grande referência, e destacou a trajetória do atleta. A presidente da Comissão de Esporte do Senado (Cesp), senadora Leila Barros (PDT-DF), ressaltou a dedicação e o prazer de Oscar em defender a seleção brasileira de basquete.

Transcrição
Oscar Schmidt, um dos maiores atletas brasileiros, faleceu aos 68 anos. O “Mão Santa”, como era conhecido, ganhou diversos títulos na seleção brasileira de basquete, com um destaque especial para o Pan-americano de 1987 quando a seleção bateu os Estados Unidos em Indianápolis. Na final daquele campeonato Oscar marcou 46 pontos. Desde 2011 Oscar estava em tratamento de um câncer no cérebro. A presidente da Comissão de Esporte do Senado, senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, ressaltou a dedicação e o prazer de Oscar quando defendia a seleção brasileira.
Leila Barros - Eu tive o prazer, a honra, de ir a dois duas Olimpíadas ao lado do Oscar, que foi 1992 Barcelona e 96 Atlanta. E posso falar com toda a convicção que foi um dos atletas que eu conheci que mais tiveram prazer, que mais se dedicaram vestindo a camisa, servindo o país numa olimpíada ou vestindo a camisa da seleção brasileira.
Em toda a carreira, Oscar fez mais de 49 mil pontos, o que o coloca entre um dos maiores cestinhas da história. Ele é também o maior pontuador dos jogos olímpicos, com 1093 pontos. Oscar chegou a se candidatar ao Senado pelo estado de São Paulo em 1998, ficando em segundo lugar. O Presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, afirmou em nota que “O Brasil se despede de uma de suas grandes referências” e destacou que “Oscar construiu uma trajetória marcada por talento e dedicação, tornando-se um dos maiores pontuadores do basquete mundial e levando o nome do Brasil ao reconhecimento internacional". Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.

