Deputado Odair Cunha será o novo ministro do TCU
O Senado aprovou nome do deputado Odair Cunha (PT-MG) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União. Ele já tinha passado pelo crivo da Câmara para substituir Aroldo Cedraz, que se aposentou. Odair Cunha é advogado e está em seu sexto mandato consecutivo de deputado federal. Ele foi líder da federação PT-PV-PCdoB em 2024. É autor de 18 projetos que viraram lei.

Transcrição
O Senado aprovou, com 50 votos a favor e 8 contrários, o nome do deputado Odair Cunha, do PT de Minas Gerais, para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União. Ele já tinha passado pelo crivo da Câmara para substituir Aroldo Cedraz, que se aposentou. Odair Cunha é advogado e está em seu sexto mandato consecutivo de deputado federal. Ele foi líder da federação PT-PV-PCdoB em 2024. É autor de 18 projetos que viraram lei. Entre eles, o que originou a lei que trata de incentivos do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, criado em 2021 para ajudar empresas que tiveram de paralisar as atividades durante a pandemia de Covid-19. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, desejou sorte ao novo ministro e ressaltou a importância do papel do TCU.
Desejo à V. Ex. desde já sucesso no Tribunal de Contas da União, órgão fundamental para assegurar a correta aplicação dos recursos públicos e, assim, contribuir para a melhoria da vida das brasileiras e dos brasileiros, destinatários das políticas públicas aprovadas pelo Congresso Nacional.
O senador Rodrigo Pacheco, do PSB de Minas Gerais, destacou a biografia de Odair Cunha e sua trajetória na política do estado.
Eu sou capaz de dizer que o deputado Dair Cunha é um dos melhores quadros da política de Minas Gerais, muito preparado, é um homem de absoluto diálogo e de muita sensatez, independente de questões ideológicas, alheio a essas questões ideológicas, e que certamente vai representar muito bem o Congresso Nacional no Tribunal de Contas da União, assim como outros tantos membros que hoje lá estão.
No TCU, os ministros têm mandato vitalício, com saída obrigatória ao atingir 75 anos de idade. Da Rádio Senado, Pedro Pincer

