Sancionada lei que garante acesso à imonuterapia no SUS — Rádio Senado
Saúde

Sancionada lei que garante acesso à imonuterapia no SUS

Foi sancionada a lei (Lei 15.379/26) que amplia o uso da imunoterapia no SUS. A medicação é considerada por especialistas um dos maiores avanços no tramento de alguns tipos de câncer nos últimos 15 anos.

07/04/2026, 18h36 - atualizado em 07/04/2026, 19h41
Duração de áudio: 02:04
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Transcrição
Dados do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, cerca de 700 mil pessoas são diagnosticadas com câncer a cada ano. A projeção é que até 2030, a doença se torne a principal causa de morte no país. A nova lei que amplia o uso da imunoterapia no SUS pode tirar muita gente dessa lista fatal. A Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Angélica Nogueira, afirmou em audiência no Senado que a imunoterapia, que atua no sistema de defesa do organismo para reconhecer e combater as células tumorais, é um dos maiores avanços recentes no tratamento do câncer. E pode ser a diferença entre a vida e a morte, em muitos casos. Imunoterapia leva pacientes sem chance de cura à cura em vários cânceres. Melanoma, câncer de pulmão, câncer do colo do útero, do endométrio, câncer de mama. Imunoterapia já é um tratamento padrão em vários cânceres.   A senadora Doutora Eudócia, do PL de Alagoas, que presidiu a subcomissão que debateu com especialistas o que há de mais promissor e moderno no combate a vários tipos de câncer, espera que o ministério da Saúde seja rápido ao disponibilizar as novas tecnologias para a população: 2ª reuniáo 15h - eu espero que o Ministério da Saúde entenda essa questão para que a gente tenha, cada vez menos, um nível de equidade pequeno, porque o que é que a gente quer? Que todos tenham direito, de uma forma equitativa, aos avanços tecnológicos no tratamento do SUS// para que a gente não veja, Dra. Angélica, tantos pacientes morrendo na fila do SUS esperando por uma dose de imunoterapia A lei garante que o SUS utilize a imunoterapia quando ela se mostrar superior ou mais segura que as opções tradicionais, e prevê que um regulamento defina as normas específicas para que essa garantia seja cumprida, apesar do alto custo do tratamento. Da Rádio Senado, Samara Sadeck.

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