Senado autoriza evento das Nações Unidas sobre espécies migratórias
O Senado aprovou nesta terça-feira (3) o texto (PDL 50/2026) que valida o acordo para a realização, no Brasil, da 15ª conferência dos países participantes da Convenção sobre Espécies Migratórias. O evento ocorrerá de 23 a 29 de março, em Campo Grande (MS). A Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres é patrocinada pela ONU e tem como objetivo a conservação e o manejo das espécies migratórias terrestres, aquáticas e aéreas. O texto segue para a promulgação.

Transcrição
O Senado aprovou o texto que valida o acordo para realização, no Brasil, da 15ª conferência dos países participantes da Convenção sobre Espécies Migratórias. O evento ocorrerá de 23 a 29 de março, em Campo Grande. A Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres é patrocinada pela ONU e tem como objetivo a conservação e o manejo das espécies migratórias terrestres, aquáticas e aéreas, promovendo a cooperação internacional, a proteção de habitats críticos, o fomento à pesquisa, a conscientização pública e a integração entre conservação e desenvolvimento sustentável. O senador Nelsinho Trad, do PSD de Mato Grosso do Sul, destacou a importância da realização do evento para o estado.
Ao viabilizar a realização do evento, o Acordo reflete o esforço conjunto para o estabelecimento do Brasil como ponto central de discussões
ambientais, ao mesmo tempo em que reafirma o compromisso do país com o multilateralismo e com o fortalecimento da agenda ambiental internacional, especialmente no que se refere à promoção da conservação da natureza e do desenvolvimento sustentável.
A organização do encontro deverá custar ao governo federal cerca de R$ 86 milhões, mas outros organizadores também deverão entrar com recursos, como o governo de Mato Grosso do Sul e patrocinadores, principalmente a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, o Fundo Global para o Meio Ambiente e o Fundo Mundial para a Natureza. O texto segue para a promulgação. Da Rádio Senado, Pedro Pincer

