Senado confirma acordo de defesa firmado entre Brasil e Eslovênia
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (25) o acordo (PDL 293/2024) de cooperação na área de defesa entre o Brasil e a Eslovênia. Assinado em 2023, o texto cria um arcabouço jurídico para ampliar a parceria entre os dois países. O documento prevê diversos campos de cooperação: política e legislação de defesa, educação e treinamento militar, controle de armas e desarmamento, tecnologia de defesa e medicina militar. A relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), destacou a abertura de um mercado estratégico para o Brasil. O acordo vai à promulgação.

Transcrição
O Plenário do Senado aprovou o acordo de cooperação na área de defesa entre o Brasil e a Eslovênia.
Assinado em 2023, o texto cria um arcabouço jurídico para ampliar a parceria entre os dois países.
O documento prevê diversos campos de cooperação: política e legislação de defesa, educação e treinamento militar, controle de armas e desarmamento, tecnologia de defesa e medicina militar.
Os dois países também contarão com visitas oficiais, reuniões de trabalho, cursos, estágios e atividades nas áreas de pesquisa e desenvolvimento.
A senadora Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul, destacou que a parceria aproxima o Brasil de um país estrategicamente localizado no centro da Europa.
Ela avalia que o acordo vai ajudar a diversificar os parceiros na área de defesa diante de um cenário internacional instável.
(senadora Tereza Cristina) "Outros pontos que merecem atenção no acordo são aqueles ligados a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia de defesa, bem como a produção e aquisição desses produtos. É patente a necessidade que o Brasil enfrenta para diversificar parceiros em produtos de defesa, tendo em vista a dificuldade do desenvolvimento autônomo desse tipo de tecnologia e da inconveniência, ou mesmo perigo, de se confiar em apenas um ou poucos parceiros internacionais que nos garantam os meios necessários à proteção da nossa soberania."
O acordo do Brasil com a Eslovênia segue agora para a promulgação. Da Rádio Senado, Pedro Pincer.

