Oposição não deve ser solidária com a pauta proposta por Dilma
LOC: A OPOSIÇÃO NÃO DEVERÁ SER SOLIDÁRIA COM A PAUTA PROPOSTA PELA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF NA ABERTURA DO ANO LEGISLATIVO.
LOC: OS GOVERNISTAS DECLARAM APOIO ÀS MEDIDAS ECONÔMICAS E ÀS REFORMAS POLÍTICA E TRIBUTÁRIA. A REPORTAGEM É DE HÉRICA CHRISTIAN.
(Repórter) A presidente Dilma Rousseff não conseguirá aprovar facilmente as prioridades anunciadas na mensagem encaminhada ao Congresso Nacional. Entre elas, estão o pacote econômico com aumento de impostos e as medidas provisórias com as mudanças na concessão de benefícios previdenciários. De olho numa economia de R$ 18 bilhões com combate a fraudes, o governo aumentou, por exemplo, o tempo de trabalho para a liberação do seguro-desemprego e reduziu o valor da pensão vitalícia. O líder do PSDB, senador Cássio Cunha da Paraíba, antecipou que essas propostas não contam com o aval da oposição.
(Cássio Cunha Lima) Não é justo que o trabalhador seja chamado a pagar de um banquete que não participou. A farra foi do governo. O governo tem que cortar gastos. O governo quer tirar direitos dos trabalhadores e mantém uma estrutura perdulária com 39 Ministérios.
(Repórter) O vice-presidente do Senado, Jorge Viana, do PT do Acre, defende um diálogo com a oposição.
(Jorge Viana) A mensagem da presidenta Dilma faz esse chamamento para que as diferenças se mantenham. Mas o clima de disputa eleitoral, até porque as eleições mais importantes já passaram, inclusive as da Câmara e do Senado, possam ficar no passado mesmo.
(Repórter) O líder do Democratas, senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte, declarou que a oposição não dificultará o debate do pacote econômico e das mudanças previdenciárias. Mas vai apontar as contradições da presidente Dilma Rousseff.
(José Agripino) Tudo o que for de bem para o País contará com nosso apoio. Agora ficará tudo preto no branco. Aquilo que ela prometeu e está fazendo ao contrário se for de interesse do País, podemos até votar. Agora mostrando que ela vendeu gato por lebre e que fez uma campanha de enganação ao povo do Brasil.
(Repórter) O segundo vice-presidente do Senado, Romero Jucá, do PMDB de Roraima, afirmou que a prioridade na pauta é a aprovação do Orçamento Geral da União.
(Romero Jucá) Vamos discutir a Reforma Política, que é emergencial. Vamos discutir esse cenário econômico e vamos trabalhar em diversas linhas no sentido de melhorar o cenário econômico e o Orçamento está pronto para ser votado.
(Repórter) O presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, deverá convocar uma reunião de líderes para discutir a pauta de votações dos próximos dias.
LOC: OS GOVERNISTAS DECLARAM APOIO ÀS MEDIDAS ECONÔMICAS E ÀS REFORMAS POLÍTICA E TRIBUTÁRIA. A REPORTAGEM É DE HÉRICA CHRISTIAN.
(Repórter) A presidente Dilma Rousseff não conseguirá aprovar facilmente as prioridades anunciadas na mensagem encaminhada ao Congresso Nacional. Entre elas, estão o pacote econômico com aumento de impostos e as medidas provisórias com as mudanças na concessão de benefícios previdenciários. De olho numa economia de R$ 18 bilhões com combate a fraudes, o governo aumentou, por exemplo, o tempo de trabalho para a liberação do seguro-desemprego e reduziu o valor da pensão vitalícia. O líder do PSDB, senador Cássio Cunha da Paraíba, antecipou que essas propostas não contam com o aval da oposição.
(Cássio Cunha Lima) Não é justo que o trabalhador seja chamado a pagar de um banquete que não participou. A farra foi do governo. O governo tem que cortar gastos. O governo quer tirar direitos dos trabalhadores e mantém uma estrutura perdulária com 39 Ministérios.
(Repórter) O vice-presidente do Senado, Jorge Viana, do PT do Acre, defende um diálogo com a oposição.
(Jorge Viana) A mensagem da presidenta Dilma faz esse chamamento para que as diferenças se mantenham. Mas o clima de disputa eleitoral, até porque as eleições mais importantes já passaram, inclusive as da Câmara e do Senado, possam ficar no passado mesmo.
(Repórter) O líder do Democratas, senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte, declarou que a oposição não dificultará o debate do pacote econômico e das mudanças previdenciárias. Mas vai apontar as contradições da presidente Dilma Rousseff.
(José Agripino) Tudo o que for de bem para o País contará com nosso apoio. Agora ficará tudo preto no branco. Aquilo que ela prometeu e está fazendo ao contrário se for de interesse do País, podemos até votar. Agora mostrando que ela vendeu gato por lebre e que fez uma campanha de enganação ao povo do Brasil.
(Repórter) O segundo vice-presidente do Senado, Romero Jucá, do PMDB de Roraima, afirmou que a prioridade na pauta é a aprovação do Orçamento Geral da União.
(Romero Jucá) Vamos discutir a Reforma Política, que é emergencial. Vamos discutir esse cenário econômico e vamos trabalhar em diversas linhas no sentido de melhorar o cenário econômico e o Orçamento está pronto para ser votado.
(Repórter) O presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, deverá convocar uma reunião de líderes para discutir a pauta de votações dos próximos dias.


