Boletim.leg - Edição das 22h
Senado aprova destinação de emendas da saúde para Corpo de Bombeiros.
Executivo sanciona banco nacional de iniciativas para enfrentamento da violência de gênero.

Transcrição
SENADO APROVA DESTINAÇÃO DE EMENDAS DA SAÚDE PARA CORPOS DE BOMBEIROS
Pelo texto, de autoria do deputado Guilherme Derrite, do PL de São Paulo, o dinheiro não poderá ser usado para pagar os salários de pessoal ativo e inativo das corporações nem para custear despesas que não cumprirem os requisitos a serem definidos do Ministério da Saúde.
EXECUTIVO SANCIONA BANCO NACIONAL DE INICIATIVAS BEM SUCEDIDAS VOLTADAS AO ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
... EU SOU UMBERTO PINHEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG
O SENADO APROVOU UM PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR QUE CLASSIFICA EMENDAS PARLAMENTARES DESTINADAS AO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR REALIZADO PELO CORPO DE BOMBEIROS COMO GASTOS COM SAÚDE NO ORÇAMENTO.
OS REQUISITOS PARA O ENCAMINHAMENTO DEVEM SER DEFINIDOS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE. REPÓRTER PEDRO PINCER.
Pelo texto, de autoria do deputado Guilherme Derrite, do PL de São Paulo, o dinheiro não poderá ser usado para pagar os salários de pessoal ativo e inativo das corporações nem para custear despesas que não cumprirem os requisitos a serem definidos do Ministério da Saúde.
O relator, senador Nelsinho Trad, do PSD de Mato Grosso do Sul, afirmou que melhorar o atendimento pré-hospitalar não prejudicará o setor de saúde.
Entendemos que a proposição favorece a articulação entre diferentes setores da administração pública, especialmente em contextos que
demandam resposta coordenada, como acidentes, violências e desastres
Já o senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, afirmou que é preciso compreender os efeitos do projeto sobre o orçamento do setor, que continua limitado.
O que a gente está discutindo aqui é de onde esse recurso deve vir. O que nós queremos é que haja um modelo de financiamento próprio, que tenha segurança jurídica, que seja estável e que tenha pré-visibilidade. P
O texto segue agora para a sanção presidencial.
O PROJETO QUE TORNA OBRIGATÓRIO O DIPLOMA DE CURSO PROFISSIONALIZANTE PARA O EXERCÍCIO DA TANATOPRAXIA FOI APROVADO PELA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS.
O PROFISSIONAL QUE ATUA NESSA ÁREA CUIDA DA APARÊNCIA DE PESSOAS FALECIDAS NOS FUNERAIS. REPÓRTER CESAR MENDES.
O texto aprovado determina a obrigatoriedade de curso profissionalizante para os profissionais responsáveis por zelar pela conservação e aparência de pessoas falecidas nos funerais, os tanatopraxistas.
Relatora, a senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, lembrou que a manipulação de materiais biológicos e químicos por esses trabalhadores traz riscos à saúde e disse que assegurar dignidade aos mortos e sua memória é um direito humano.
(senadora Damares Alves) "Os direitos humanos devem estender-se após a morte em relação à dignidade, imagem, honra e reputação da pessoa, de seu corpo e de sua memória, bem como o direito ao luto dos familiares".
O diploma não será exigido de quem já atuar na área por pelo menos um ano antes de a nova norma entrar em vigor.
O EXECUTIVO SANCIONOU A LEI QUE INSTITUI UM BANCO DE DADOS DIGITAL QUE CONCENTRARÁ AS INICIATIVAS BEM-SUCEDIDAS VOLTADAS AO ENFRETAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. REPÓRTER RUTH GOMES.
O objetivo da nova lei é concentrar em um único lugar informações das mais diversas fontes que auxiliem, ou até mesmo, proporcionem um padrão de ações para prevenir a violência de gênero e impedir o seu avanço.
A lei sugere algumas formas de obtenção das informações que estarão contidas no banco de boas práticas, como, por exemplo, seminários, encontros, reuniões técnicas, pesquisas e levantamento de dados.
A Senadora Roberta Acioly, do Republicanos de Roraima, destacou os benefícios futuros que a lei trará.
Isso facilitará não apenas a consulta e o intercâmbio de informações entre os entes federados, mas também o aproveitamento desses dados pela sociedade, pela academia e por cientistas de dados, o que abrirá espaço para estudos, diagnósticos, avaliações e soluções inovadoras possíveis de gerar benefícios concretos para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas de combate à violência de gênero.
Os meios de criação e formas de utilização do banco de boas práticas no enfrentamento à violência contra a mulher serão detalhados por regulamento que será editado pelo Poder Executivo.
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