Boletim.leg - Edição das 22h — Rádio Senado
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Boletim.leg - Edição das 22h

Comissão aprova Política Nacional de Incentivo à Fabricação de Motores e entidades de defesa dos direitos das pessoas LGBTQIAPN+ pedem educação para a diferença.

12/12/2025, 22h00
Duração de áudio: 05:31

Transcrição
COMISSÃO APROVA POLÍTICA NACIONAL DE INCENTIVO À FABRICAÇÃO DE MOTORES A proposta quer aumentar a qualificação da mão de obra no Brasil na área e também promover a instalação de fábricas de motores em regiões menos industrializadas. EM AUDIÊNCIA, ENTIDADES DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS LGBTQIA+ PEDEM EDUCAÇÃO PARA A DIFERENÇA. ... EU SOU REGINA PINHEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG A COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA APROVOU A CRIAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE INCENTIVO À FABRICAÇÃO DE MOTORES. REPÓRTER LANA DIAS. De autoria do senador Esperidião Amin, do PP de Santa Catarina, a proposta quer aumentar a qualificação da mão de obra no Brasil na área e também promover a instalação de fábricas de motores em regiões menos industrializadas. Além disso, o projeto estimula a pesquisa, desenvolvimento e inovações com foco em eficiência energética. Para financiar essas ações, o texto prevê a criação de linhas de crédito com melhores condições para fábricas, com recursos do Programa de Aceleração da Transição Energética para a produção de motores com menor pegada de carbono. O relator, senador Oriovisto Guimarães, do PSDB do Paraná, disse que o projeto pode gerar mais empregos e fortalecer a produção nacional. Ter desenvolvimento de tecnologia nacional, desenvolvimento de motores com combustíveis alternativos, notadamente biocombustíveis. Com isso, criaremos mais empregos, teremos uma maior tecnologia e também teremos uma balança de pagamentos mais favorável nesse item. O projeto agora segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos.  O ÍNDICE DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EMPREENDEDORAS FOI LANÇADO EM SESSÃO ESPECIAL NO PLENÁRIO DO SENADO. PRODUZIDO PELA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS JUNIORES, A BRASIL JÚNIOR, O ESTUDO AVALIA O FOMENTO À INOVAÇÃO NAS UNIVERSIDADES. REPÓRTER MARINA DANTAS: O Índice reúne respostas de mais de 25 mil universitários e destaca práticas que estimulam a inovação, a cultura empreendedora e o protagonismo estudantil em instituições de todo o país. O presidente-executivo da Brasil Júnior, Caio Leal, explicou a necessidade de apresentar o índice não apenas como uma estatística, mas como uma ferramenta prática de diagnóstico para impulsionar mudanças futuras no ensino superior.  Presidente da sessão, o senador Izalci Lucas, do PL do Distrito Federal, disse que o lançamento do Índice significa um passo decisivo para consolidar uma educação universitária voltada à inovação, ao protagonismo estudantil e ao fortalecimento de uma cultura empreendedora capaz de impulsionar a educação superior brasileira. (Izalci Lucas): " O índice é, portanto, uma ferramenta estratégica para universidades, para governos, investidores e para cada jovem que deseja escolher onde sua formação pode abrir portas para o mundo." Também participaram da sessão especial representantes de universidades, federações de empresas juniores e instituições ligadas ao empreendedorismo estudantil. ENTIDADES DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS LGBTQIA+ PEDEM EDUCAÇÃO PARA A DIFERENÇA. O DEBATE ACONTECEU EM AUDIÊNCIA CONJUNTA DAS COMISSÕES DE DIREITOS HUMANOS E DE EDUCAÇÃO, PELO ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. REPÓRTER RAÍSSA ABREU. Durante a audiência, Michel Platini, do Grupo Estruturação e Centro DH, criticou grupos conservadores que, segundo ele, transformam direitos em pauta moral. Nós estamos diante de um cenário em que a gente luta pra viver; nós estamos diante de um cenário em que as pessoas trans não podem acessar saúde, é um direito básico! Mais de 42% das pessoas trans já tentaram cometer suicídio. Já o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, que propôs e presidiu a audiência, destacou os dados da violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil. Essa escalada de violência, agressão, morte, assassinatos, representa uma violação sistemática dos direitos fundamentais e a evidência de que não estamos diante de ocorrências isoladas, mas de um padrão cultural de intolerância que precisa ser combatido com firmeza. De acordo com dados da Associação Nacional de Transsexuais e Tavestis, a Antra, o Brasil permanece na liderança global dos países que mais matam pessoas trans. Em 2024, foram 122 assassinatos. OUTRAS NOTÍCIAS ESTÃO DISPONÍVEIS EM: SENADO.LEG.BR/RADIO.

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