Salão Negro recebe exposição dos 50 anos do fundo de ciência e tecnologia

Da Redação | 04/10/2019, 11h19

O Salão Negro do Senado recebeu nesta quinta-feira (3) a exposição itinerante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) que comemora os 50 anos do Fundo Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A mostra pode ser visitada nesta sexta-feira (4) e depois segue para outros órgãos públicos em Brasília.

A abertura da exposição contou com a participação dos senadores Major Olimpio (PSL-SP), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Soraya Thronicke (PSL-MS), além do ministro Marcos Pontes; do presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Waldemar Barroso Magno; e do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologico (CNPq), João Luiz Filgueiras de Azevedo.

Os principais projetos desenvolvidos com recursos do Fundo estão expostos nos 35 painéis que compõem a mostra, uma das iniciativas do ministério para comemorar os 50 anos do órgão e que também marcam as comemorações de outubro como mês nacional da ciência, tecnologia, inovações e comunicações. O FNDCT foi criado em 1969 como um instrumento financeiro de integração da ciência e tecnologia com a política de desenvolvimento nacional.

O líder do PSL, senador Major Olímpio (SP), chamou atenção para as histórias de luta reunidas na exposição.

— Lá em 1969, quando o homem chegou à Lua, brasileiros, abnegados, cientistas, fizeram a constituição do Fundo, sonharam com a grandeza.

Ao anunciar que o ano terminará com todas as bolsas do CNPq preservadas, o senador reafirmou o compromisso do governo com a ciência e tecnologia, lembrando que, mesmo antes de ser eleito, o presidente Jair Bolsonaro defendia a escolha de Marcos Pontes para o ministério. Ele também defendeu o diálogo para que o setor tenha maiores avanços e descontingenciamento de recursos.

O ministro Marcos Pontes salientou o papel do FNDCT na pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, em especial na área da saúde, que permite aprimorar o tratamento de doenças e, dessa forma, aumentar as chances de sobrevivência das pessoas.

Pontes defendeu o apoio à ciência e tecnologia e o estímulo aos cientistas brasileiros.

— Nós temos cientistas com uma capacidade magnífica dentro deste país. E nós não podemos perder esses cientistas para outros países. A gente tem que fazer o oposto, a gente tem que trazer cientistas de outros países para trabalhar aqui conosco e a gente vai conseguir isso sim tendo nosso sistema bem irrigado, bem preparado, com o CNPQ ajudando, com a Finep fazendo seu trabalho, com um Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico descontingenciado, para que ele cumpra sua função.

As receitas do FNDCT têm diversas origens. Atualmente, são 16 fundos setoriais em operação, sendo que 14 são destinados a setores específicos: saúde, biotecnologia, agronegócio, petróleo, energia, mineral, aeronáutico, espacial, transporte, mineral, hídrico, informática, automotivo e um tem por foco a Amazônia Legal. Os interessados em exibir a exposição podem entrar em contato com a coordenação geral do cerimonial do MCTIC, pelo telefone (61) 2033-7560 ou pelo e-mail cgmo@mctic.gov.br.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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