Ângela Portela pede corte de impostos para reduzir preços dos combustíveis

Da Redação e Da Rádio Senado | 23/05/2018, 16h34 - ATUALIZADO EM 23/05/2018, 16h59

No terceiro dia do movimento dos caminhoneiros contra a política de reajuste de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras, a senadora Ângela Portela (PDT-RR) lamentou em Plenário que seja a população a pagar a conta da crise econômica.

Ângela Portela lembrou que o governo aumentou, no ano passado, o imposto sobre os combustíveis para cobrir o rombo nas contas públicas. E afirmou, ainda, que a decisão do governo de zerar o valor da Cide, contribuição que compõe o valor dos combustíveis, terá pouca eficácia e representará uma redução de menos de R$ 0,10 por litro.

Por isso, a senadora sugeriu a redução de impostos, medida também defendida pelos manifestantes em todo o país.

— O lucro extra da Petrobras com a alta do petróleo supera, com folga, a receita gerada pelo aumento dos impostos sobre os combustíveis. Esse aumento foi decretado no ano passado, pelo ministro Meirelles, pré-candidato do governo à Presidência da República. Por que não voltar, então, à alíquota anterior? Isso traria um alívio imediato aos caminhoneiros e a todos aqueles que dependem do diesel, do gás de cozinha e da gasolina — afirmou a senadora, em discurso nesta quarta-feira (23).

Ex-territórios

A senadora aprovação da Medida Provisória (MPV) 817/2018, que regulamenta as Emendas Constitucionais 60 e 98, que tratam da inclusão dos servidores de Roraima, Amapá e Rondônia nos quadros da União. Ela lembrou que se não for votada até primeiro de junho, a medida provisória perderá a eficácia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)