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        <title>Senado Federal</title>
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            <title>Portal de Notícias do Senado Federal</title>
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            <title>Áudio: Proposta pune uso de emendas parlamentares para shows</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2026/10/proposta-pune-uso-de-emendas-parlamentares-para-shows</link>
            <description>O senador Eduardo Girão (Novo-CE) apresentou o projeto que considera ato de improbidade o uso de verbas de emendas parlamentares para a contratação de artistas e shows musicais (PL 3.533/2026). As punições previstas podem envolver multa de até duas vezes o valor utilizado bem como a perda da função pública. </description>
            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-15T12:35:52Z</pubDate>
            <dataFormatada>15/10/2026 09:35</dataFormatada>
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            <title>Vídeo: Ao vivo: CDH debate políticas públicas de proteção a meninas  – 15/10/26</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2026/10/ao-vivo-cdh-debate-politicas-publicas-de-protecao-a-meninas-2013-15-10-26</link>
            
            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-15T12:29:20Z</pubDate>
            <dataFormatada>15/10/2026 09:29</dataFormatada>
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            <title>Vídeo: Médicos são homenageados pelo Senado</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2026/10/medicos-sao-homenageados-pelo-senado</link>
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Para destacar o Dia do Médico, que é celebrado no dia 18 de outubro, o Senado promoveu nesta quarta-feira (14) uma sessão especial para homenagear a categoria. Ouça o áudio.
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            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-15T02:14:47Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 23:14</dataFormatada>
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            <title>PEC da Segurança Pública está na pauta do Plenário nesta quinta-feira</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/pec-da-seguranca-publica-esta-na-pauta-do-plenario-nesta-quinta-feira</link>
            <description>O Plenário do Senado pode votar nesta quinta-feira (15), a partir das 14h, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), que busca ampliar a integração entre os órgãos de segurança e fortalecer o combate ao crime organizado.
Ao encerrar a sessão desta quarta-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou a inclusão da proposta na pauta do dia seguinte, após a aprovação de um requerimento de calendário especial de tramitação da matéria.
Apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) e outros líderes partidários, o requerimento (RQS 713/2026) permite acelerar a tramitação da PEC, que teve sua análise concluída pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira, com relatoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE).
De iniciativa do Poder Executivo, a proposta inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição, amplia a participação do governo federal no setor e estabelece regras para a criação de polícias municipais. O texto também prevê medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias, além de proteção às vítimas e mais recursos para a segurança pública.
O Plenário também poderá votar três projetos de decreto legislativo que aprovam acordos internacionais nas áreas de educação, defesa e participação brasileira em exposições internacionais.</description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-15T01:36:35Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 22:36</dataFormatada>
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            <title>Áudio: Fim da escala de trabalho 6x1 é aprovado</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2026/10/fim-da-escala-de-trabalho-6x1-e-aprovada</link>
            <description>O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6 por 1 (PEC 221/2019).</description>
            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-15T01:26:54Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 22:26</dataFormatada>
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            <title>Senado aprova fim da escala 6x1</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/senado-aprova-fim-da-6x1-em-primeiro-turno</link>
            <description>O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o fim da escala 6x1, de seis dias de trabalho para um dia de repouso. A PEC 221/2019 foi aprovada em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A PEC vai à promulgação.
Com a aprovação, o trabalhador terá direito a repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.
Além disso, o texto reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Serão até oito horas diárias de trabalho, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. Algumas das mudanças serão implementadas de forma progressiva.
— Neste momento, milhões de brasileiros, milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão acompanhando esta sessão com esperança. São pessoas que conhecem na própria rotina o valor de um dia a mais de descanso. Tenho certeza absoluta de que vamos cumprir o nosso dever com absoluta responsabilidade, pensando, acima de tudo, no que é melhor para o nosso país — disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao abrir a votação.
A proposta, que tinha como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).
A PEC, que havia sido aprovada em maio pela Câmara e em setembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, foi aprovada em Plenário com calendário especial, após passar por cinco sessões de discussão em primeiro turno. Requerimento assinado por líderes e aprovado pelo Plenário dispensou as três sessões de discussão em segundo turno.
O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que não se manifestou na sessão.
Discussão
A discussão durou mais de cinco horas. Todos os senadores que se manifestaram, governistas e de oposição, se declararam favoráveis à aprovação da PEC, ainda que com ressalvas e pedidos de mudanças futuras por parte da oposição.
— Eu vi muitos discursos, aqui, preocupados pontualmente com algumas questões, mas muito me alegra que a unanimidade do Senado vai votar a favor da PEC. A gente entra para a história, Câmara e o Senado — disse o relator Omar Aziz.
Paulo Paim (PT-RS), que se manifestou pela aprovação da proposta em diversos pronunciamentos ao longo da tramitação, não escondeu a emoção durante a sessão. Ao longo da carreira, Paim apresentou várias proposições para reduzir a jornada dos trabalhadores para 40 horas.
—  Tenho certeza de que, em cada canto do Brasil, o nosso povo está cantando, está dançando, está chorando de emoção por ver que, depois de 40 anos, nós estamos dando a liberdade a eles de não terem que trabalhar de segunda a sábado — disse o senador, que comemorou a presença de trabalhadores nas galerias.
Paim, que não disputou a reeleição e encerra seu mandato no início de 2027, recebeu homenagens dos colegas.
Ao manifestar seu voto favorável, Eduardo Braga (MDB-AM), líder de seu partido, afirmou que a democracia não se encerra no pleno funcionamento das instituições e precisa chegar à mesa, à casa e à vida do trabalhador.
— Quero falar do vigilante, do atendente do supermercado, do trabalhador da construção civil que enfrenta o calor do nosso Amazonas a semana inteira e chega em casa muitas vezes sem força para conversar com a própria família. Essa é a realidade de milhares de amazonenses, e é por eles que eu voto sim — declarou.
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) homenageou o autor da proposta, que estava presente em Plenário, e pediu “sensibilidade e consciência” dos colegas para aprovar a PEC.
— Essa luta, gente, não é de esquerda nem da direita, não; essa luta é do trabalhador. Vamos votar, vamos fazer o que nós temos que fazer aqui, que é trabalhar, é votar — disse o senador.
As senadoras Zenaide Maia (PSD-RN), Leany Lemos (PSB-DF), Jussara Lima (PSD-PI) e Dra. Eudócia (PSDB-AL) destacaram a relevância da mudança na vida das mulheres, que enfrentam jornada dupla e que, muitas vezes, são as únicas responsáveis por cuidar dos filhos e sustentá-los.
— Que tempo sobra para acompanhar a criança na escola, ajudar na tarefa, levar o filho ao médico ou, simplesmente, sentar-se e conversar com ele? — questionou Zenaide.
A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) criticou o discurso dos que alegam que a mudança pode quebrar o país. Ela e Fabiano Contarato (PT-ES) citaram exemplos de outras conquistas dos trabalhadores que foram combatidas com esse mesmo discurso, como as férias anuais, o 13º salário e a licença-maternidade.
Ressalvas
Carlos Portinho (PL-RJ), líder de seu partido, declarou o voto favorável. Afirmou que, na vida do trabalhador, o impacto será positivo, mas que não há trabalhador sem empregador e que é preciso olhar “os dois lados da mesa”.
— Para que todos esses direitos valham, é preciso que tenha emprego. É preciso que o país produza, que gere riqueza, que distribua a riqueza entre a sociedade — disse o líder, apontando o risco de precarização do trabalho.
Apesar de declarar o voto favorável à PEC, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) defendeu mudanças futuras, que, na sua visão, podem proteger o emprego. Uma delas, presente em emenda apresentada por ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é a jornada flexível, em que o trabalhador é pago por hora, com remuneração proporcional.
— A jornada flexível tem salário por hora, por escolha do trabalhador, com acordo por escrito. Nessa modalidade, ele pode montar o próprio horário, com férias, 13º, FGTS e previdência garantidos, e com a hora nunca abaixo do salário mínimo ou do piso da categoria — explicou.
O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) afirmou que votaria a favor do texto, mas argumentou que é preciso aumentar a produtividade, com qualificação, e dar ao trabalhador a escolha de trabalhar quantos dias quiser.
— Eu acredito que a pessoa tem que trabalhar o quanto ela acha que tem que trabalhar. Trabalhar um dia, dois dias ou trabalhar sete dias, porque o filho acabou de nascer e preciso fazer mais dinheiro — defendeu.
Na mesma linha, Magno Malta (PL-ES) afirmou que o trabalhador pode querer usar seu tempo de descanso para trabalhar. Os senadores Alan Rick (Republicanos-AC), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jayme Campos (União-MT) declararam voto favorável à PEC, mas defenderam uma “transição responsável” para as novas regras.
— Vamos planejar a transição como está na PEC, de maneira responsável, com diálogo, com previsibilidade. A nossa preocupação é com qualidade de vida e com condições para o nosso setor produtivo assumir, absorver essa nova jornada de trabalho — disse Jayme Campos.
A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR) defendeu contrapartidas do governo aos empregadores, que terão que se adaptar à mudança.
Os possíveis impactos sobre os municípios foram lembrados por Nelsinho, que teme o aumento de despesas para as prefeituras.
Emenda
Também declarando-se favorável à aprovação da PEC, o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) apresentou uma emenda, subscrita por mais 27 senadores, segundo ele para deixar claro que a proposta não terá impacto na redução de jornadas que já estejam abaixo das 40 horas semanais e que, se for o caso, haverá redistribuição de acordo com a regra dos cinco dias semanais.
A emenda foi apresentada como sendo de redação, o que não exigiria a volta do texto à Câmara caso fosse aprovada, mas o relator considerou que a mudança impactaria o mérito da proposta e, por esse motivo, recomendou a rejeição. Oriovisto retirou o destaque para votação da emenda.
O relator disse concordar que alguns pontos da proposta, como cargas horárias de setores específicos, precisarão ser regulamentados com a maior rapidez possível pelo Congresso.
Futuro
A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que, mesmo após a votação, será preciso manter a vigilância e o acompanhamento, porque segundo ela já há outras propostas em tramitação com regras menos benéficas para o trabalhador.
O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o discurso da oposição tem “duas caras”. Tanto ele quanto Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) lembraram que apesar do voto favorável, alguns parlamentares já se articulam para reverter as mudanças.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), citou uma dessas propostas, a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). A proposta prevê a possibilidade de um regime flexível, no qual o empregado receberia de acordo com as horas trabalhadas.
— É o inverso do fim da 6x1. Eles querem é isso, é o prevalecer do negociado sobre legislado, como se houvesse igualdade de armas entre patrão e empregado — disse Randolfe, que desafiou os oposicionistas a retirarem assinaturas para que a PEC 12/2026 seja arquivada.
Tanto Randolfe quanto Renan Filho (MDB-AL) criticaram a ausência de alguns senadores oposicionistas em Plenário.
Além do autor, deputado Reginaldo Lopes, também estava presente na sessão a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora de outra proposta com a mesma finalidade.
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            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-15T00:59:34Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 21:59</dataFormatada>
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            <title>Projeto amplia proteção a pesquisadoras durante a licença-maternidade</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/projeto-amplia-protecao-a-pesquisadoras-durante-a-licenca-maternidade</link>
            <description>Pesquisadoras gestantes ou adotantes poderão ter os prazos de bolsas, editais e projetos de pesquisa suspensos durante a licença-maternidade, sem prejuízo na avaliação de produtividade ou na participação em novos financiamentos públicos. É o que prevê projeto de lei da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que recebeu parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), aprovado na Comissão de Direitos Humanos (CDH).
O PL 646/2026, que aguarda votação na  Comissão de Educação (CE), determina a suspensão automática dos prazos de bolsas, editais e projetos financiados com recursos públicos federais durante o período da licença-maternidade. O tempo de afastamento será acrescido ao prazo originalmente concedido.
O texto também proíbe que o período de licença seja considerado negativamente em avaliações de produtividade, mérito acadêmico, desempenho em projetos, pontuação curricular ou critérios de elegibilidade para novos editais de fomento. Além disso, veda a adoção de critérios que prejudiquem, direta ou indiretamente, pesquisadoras em razão de gestação, parto, adoção ou licença-maternidade.
Na justificativa do projeto, Soraya afirma que a ausência de uma legislação federal gera insegurança jurídica e prejudica a permanência das mulheres na ciência: “Proteger a maternidade na ciência não é conferir um privilégio, mas sim reconhecer e mitigar uma barreira sistêmica.”
Segundo a autora, embora algumas agências de fomento já tenham normas internas para prorrogar bolsas, a falta de regras nacionais produz diferenças entre instituições e regiões.
Ela argumenta que a proposta não cria novos benefícios financeiros nem exige recursos adicionais, limitando-se a estabelecer garantias administrativas para evitar prejuízos às pesquisadoras.
O projeto também determina que as agências federais de fomento e demais órgãos financiadores adaptem seus regulamentos às novas regras no prazo de 180 dias após a eventual publicação da lei.
Substitutivo
Relatora da matéria, Mara Gabrilli apresentou um substitutivo que mantém o conteúdo da proposta, mas incorpora as mudanças à Lei 13.536, de 2017, que já trata da prorrogação de bolsas concedidas por agências federais de fomento em casos relacionados à maternidade e à paternidade.
Para a senadora, reunir as regras em uma única lei evita sobreposição de normas e oferece maior segurança jurídica para pesquisadoras e instituições.
No parecer, Mara também destaca que a proposta está alinhada às evidências produzidas pelo movimento Parent in Science, que apontam a maternidade como um dos fatores de evasão e de sub-representação de mulheres nos níveis mais altos da carreira científica. O Parent in Science foi criado em 2016 no Brasil para apoiar pesquisadoras que são mães.
Segundo a relatora, a iniciativa não deve produzir impactos orçamentários significativos. </description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-15T00:06:55Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 21:06</dataFormatada>
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            <title>Áudio: Comissão de Direitos Humanos debate políticas públicas de proteção às meninas</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2026/10/comissao-de-direitos-humanos-debate-politicas-publicas-de-protecao-as-meninas</link>
            <description>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado debate nesta quinta-feira (15), a partir das 9h, políticas públicas de proteção às meninas. A audiência foi proposta pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) em referência ao Dia Internacional da Menina, celebrado em 11 de outubro. O debate abordará a prevenção à violência sexual e doméstica e ao abandono escolar, além da segurança na internet. O encontro reunirá representantes do poder público e de organizações que atuam na defesa desses direitos.</description>
            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-14T22:25:19Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 19:25</dataFormatada>
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        <item>
            <title>Redução da jornada beneficia trabalhador e economia, diz Beto Faro</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/reducao-da-jornada-beneficia-trabalhador-e-economia-diz-beto-faro</link>
            <description>O senador Beto Faro (PT-PA), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (14), manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário. O parlamentar afirmou que a PEC 221/2019 acompanha transformações no mercado de trabalho provocadas pelos avanços tecnológicos e pela inteligência artificial.
O senador também rebateu previsões de que a mudança poderá provocar demissões, aumento da informalidade e dificuldades para micro e pequenas empresas. Ele comparou essas críticas às resistências enfrentadas por outros direitos trabalhistas ao longo da história e citou experiências de redução da jornada em países europeus e no Chile.
— A história cuidou de desmascarar as manobras das nossas elites para sabotar conquistas do povo brasileiro, a exemplo das tentadas para fulminar a PEC do fim da escala 6x1. Ao contrário da pregação feita pela aliança conservadora, segundo estudo citado pela BBC, países como França, Itália, Bélgica, Portugal e Eslovênia registraram crescimento robusto do PIB entre 1995 e 2007, após reduções de jornada. Até o Chile saiu na nossa frente, ao aprovar, em 2023, a redução da jornada de 45 para 40 horas semanais. Até o momento, não se tem notícias sobre o fim da economia chilena, muito pelo contrário — disse.
Beto Faro também alertou para a possibilidade de futuras mudanças na PEC. Segundo o parlamentar, apesar do apoio anunciado à proposta por setores que antes se posicionavam contra o fim da escala 6x1, ainda existe o risco de articulações para derrubada da medida após as eleições.</description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-14T21:20:30Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 18:20</dataFormatada>
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            <title>Marcelo Castro aponta divisão regional do MDB no segundo turno das eleições</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/marcelo-castro-aponta-divisao-regional-do-mdb-no-segundo-turno-das-eleicoes</link>
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Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (14), o senador Marcelo Castro (MDB-PI) afirmou que a divisão política e ideológica do país também se reflete em seu partido.
Segundo ele, os diretórios estaduais do MDB se dividiram entre o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Marcelo Castro avalia que as diferenças de posicionamento dentro de sua legenda seguem uma distribuição regional: ele destacou que os diretórios que declararam apoio a Lula estão concentrados no Norte e no Nordeste, enquanto os que apoiam Flávio estão, em sua maioria, no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul.
O senador também relacionou essa divisão ao desempenho do MDB nas eleições para o Congresso Nacional.








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            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-14T21:15:15Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 18:15</dataFormatada>
        </item>
        
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            <title>Esperidião Amin: aprovação da PEC que acaba com 6x1 terá efeitos 'assimétricos'</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/esperidiao-amin-aprovacao-da-pec-que-acaba-com-6x1-tera-efeitos-assimetricos</link>
            <description>Durante pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (14), o senador Esperidião Amin (PP-SC) afirmou que a aprovação da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 (PEC 221/2019) terá impactos assimétricos sobre a economia.
Por isso, argumentou ele, o Senado deve se preparar para corrigir rapidamente eventuais efeitos negativos sobre microempresários e o setor de serviços.
— Eu acho que seria prudente, considerando os impactos assimétricos que esta PEC vai provocar, que nós nos aparelhemos para evitar que tais impactos junto a microempresários, MEIs [microempreendedores individuais] e especialmente serviços desgastem a boa iniciativa e impeçam a sua correção da maneira mais oportuna e imediata possível — declarou ele.
O senador também disse não ter dúvidas quanto à aprovação da PEC 221/2019, que, segundo ele, terá uma votação favorável expressiva no Senado. A proposta está na pauta da sessão plenária de hoje.
Esperidião Amin também citou a chamada PEC da Segurança (PEC 18/2025), cuja tramitação avançou no Senado: o texto recebeu nesta quarta-feira parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora a matéria — que define novas regras para a segurança pública no país — segue para votação no Plenário do Senado. O parlamentar defendeu sua aprovação ainda neste ano.</description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-14T20:47:58Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 17:47</dataFormatada>
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            <title>Mapa Nacional da Violência de Gênero é destaque em fórum internacional</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/mapa-nacional-da-violencia-de-genero-e-destaque-em-forum-internacional</link>
            <description>O Mapa Nacional da Violência de Gênero conquistou reconhecimento internacional em um dos principais encontros globais dedicados ao enfrentamento à violência contra a mulher, na semana passada, na Tailândia. O mapa é iniciativa do Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) do Senado, em parceria com o Instituto Natura e a organização Gênero e Número.
O Fórum SVRI 2026 ocorreu em Bangkok entre 5 e 9 de outubro. A SVRI (da sigla em inglês para Iniciativa de Pesquisa sobre Violência Sexual) é uma entidade global que promove ações e pesquisas baseadas em evidências para prevenção e combate à violência contra mulheres e meninas.
Neste ano, 193 especialistas de mais de 40 países — pesquisadores, governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil — avaliaram mais de 2,1 mil trabalhos do mundo inteiro.
Segundo a coordenadora do OMV, Maria Teresa Firmino Prado Mauro, o reconhecimento mostra que “o Senado produz conhecimento e desenvolve soluções que podem contribuir para o enfrentamento da violência e podem ser exemplos para o mundo”.
— O mapa tem sido uma ferramenta muito importante para gestores públicos e para quem trabalha na área. É muito especial estar presente nesse fórum internacional de tanta relevância, que discute as questões de violência contra mulheres e meninas, e ter o Mapa Nacional da Violência de Gênero representando o Brasil e o Senado — definiu.
A representação no fórum ficou a cargo da diretora-executiva da Gênero e Número, Vitória Régia da Silva. Na apresentação do trabalho Mapeando a Violência de Gênero no Brasil: colaboração público-privada para produção de evidências, responsabilização e ação em políticas públicas, destacou-se a experiência brasileira em integrar dados sobre violência de gênero, promover parcerias entre entes públicos e privados e produzir evidências para embasar políticas públicas, aumentar a transparência e potencializar a proteção às mulheres.
Confiabilidade
Lançado em 2023, o Mapa Nacional da Violência de Gênero reúne as principais bases de dados oficiais sobre violência contra a mulher nas áreas de saúde, justiça, segurança pública e violência:

Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (DataSus);
Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp);
Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
Ministério das Relações Exteriores, nos casos de brasileiras em situação de violência no exterior;
e a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em parceria com a OMV.

Para Maria Teresa, o Mapa possibilita compreender de maneira integrada e clara a dimensão da violência, com dados confiáveis que auxiliam corpo técnico e legisladores na identificação de problemas, tomada de decisões, avaliação de políticas públicas e verificação se as políticas estão de fato funcionando.</description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Comunicação Interna</author>
            <pubDate>2026-10-14T20:22:15Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 17:22</dataFormatada>
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            <title>Vídeo: Davi reafirma compromisso com votação da PEC que acaba com a escala 6x1</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2026/10/davi-reafirma-compromisso-com-votacao-da-pec-que-acaba-com-a-escala-6x1</link>
            <description>Na abertura da sessão plenária desta quarta-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reafirmou o compromisso de votar a proposta que acaba com a escala 6x1 (PEC 221/2019).</description>
            <source>Senado Federal</source>
            
            <pubDate>2026-10-14T20:17:04Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 17:17</dataFormatada>
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            <title>Davi destaca compromisso e espírito público na votação do fim da escala 6x1</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/davi-destaca-compromisso-e-espirito-publico-na-votacao-do-fim-da-escala-6x1</link>
            <description>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou nesta quarta-feira (14), em Plenário, os benefícios do fim da escala de trabalho 6x1 para milhões de brasileiros.
 Ao anunciar a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada de trabalho e estabelece dois dias de descanso semanais (PEC 221/2019), o senador ressaltou a importância de avaliar os impactos da mudança sobre trabalhadores, empregadores e diferentes setores da economia.
— À primeira vista, pode parecer uma mudança sutil. Mas, para quem acorda cedo, pega ônibus lotado, cumpre sua jornada e volta para casa no fim do dia, essa mudança é gigantesca — afirmou.
Segundo Davi, um dia a mais de descanso representa mais tempo para convivência familiar, cuidados com a saúde e lazer. Ele ponderou, no entanto, que uma mudança dessa dimensão exige diálogo e responsabilidade.
— É natural que existam posições diferentes. É legítimo que haja dúvidas e preocupações. Cabe ao Senado oferecer espaço para esse debate e decidir com serenidade.
O presidente do Senado também lembrou que havia assumido o compromisso de pautar a proposta após as eleições, para que os parlamentares pudessem decidir sem as pressões da disputa eleitoral. Ao confirmar a votação, Davi ressaltou que a decisão cabe ao Plenário. 
— Cada senador e cada senadora recebeu da população a responsabilidade de representar seu estado e o povo brasileiro. Cada um votará com a sua consciência, com o seu coração e com o seu livre-arbítrio.
Ele disse ainda confiar que os parlamentares cumprirão seu dever com responsabilidade, pensando no que é melhor para o país.
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            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-14T20:04:12Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 17:04</dataFormatada>
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            <title>Humberto Costa presta solidariedade a Dom Limacêdo e defende democracia</title>
            <link>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/14/humberto-costa-presta-solidariedade-a-dom-limacedo-e-defende-democracia</link>
            <description>O senador Humberto Costa (PT-PE) prestou solidariedade ao bispo Dom Limacêdo Antônio da Silva, da cidade de Afogados da Ingazeira, em Pernambuco. Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (14), o parlamentar lembrou que o bispo tem sido alvo de ataques após alertar, durante homilia feita no domingo (11), para os riscos à democracia.
— D. Limacêdo vem recebendo novos ataques por parte daqueles que militam no ódio e na intolerância. E aqui quero prestar a minha solidariedade a esse homem extraordinário da Igreja Católica, que exerce o seu ministério na defesa de valores humanistas e do Estado democrático de direito, e que não se cala diante de tentativas de intimidação — declarou Humberto.
O senador também afirmou que as manifestações que vêm ocorrendo em diferentes regiões do país reúnem pessoas em defesa do regime democrático e da soberania nacional. Ele acrescentou que diferentes grupos da sociedade se mobilizam em torno de temas como educação, direitos dos trabalhadores e liberdades democráticas.
Para Humberto, pessoas com influência pública devem se posicionar diante de situações que, segundo ele, representam riscos à democracia. 
— A crítica a qualquer governo é legítima, mas a defesa da democracia exige que reconheçamos as ameaças quando elas aparecem — disse.
Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly</description>
            <source>Senado Federal</source>
            <author>Da Agência Senado</author>
            <pubDate>2026-10-14T19:59:24Z</pubDate>
            <dataFormatada>14/10/2026 16:59</dataFormatada>
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