CPI dos Maus-Tratos ouve curadores de mostras polêmicas

24/11/2017, 07h47 - ATUALIZADO EM 24/11/2017, 08h30

A CPI dos Maus-Tratos ouviu nta quinta-feira (23) as explicações dos curadores de exposições polêmicas realizadas em São Paulo e Porto Alegre. Gaudêncio Fidélis, curador da Exposição Queermuseu, em Porto Alegre, afirmou que as obras apresentadas não tinham nenhuma conotação de pedofilia ou zoofilia. Ele criticou também a sua condução coercitiva pela CPI. Luiz Camillo Osório, curador de mostra no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em que uma criança participou de uma performance de um artista nu, afirmou que a nudez não tinha “nenhuma conotação sexual, muito menos pornográfica. É uma nudez, nada mais do que isso”, explicou. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) se desculpou com os curadores pela convocação coercitiva. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), explicou que o objetivo não é amordaçar a arte, mas investigar os maus-tratos psicológicos que certas imagens podem causar em crianças pequenas. A reportagem é de Marcella Cunha da Rádio Senado.



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