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Uso Sustentável

O que é?
Por meio da conhecida política dos 5 R’s (repense, recuse, reduza , reuse, recicle), podemos ver a importância de repensar os atuais padrões de comportamento. Um dos estágios mais importantes para avançarmos em direção à sustentabilidade e consequente preservação dos recursos naturais essenciais, é a redução de consumo.
No Senado Federal, nosso desafio está em reduzir alguns recursos principais, muito utilizados no dia a dia: energia, água, papel, copos descartáveis. Além destes, outros compõem esta lista. Porém, estes são considerados prioritários, devido ao uso intenso e níveis elevados de desperdício.
Estamos trabalhando, aprimorando nossos sistemas de monitoramento, para atingir níveis máximos de redução dos itens mencionados. Nosso objetivo consiste em corrigir ou eliminar fatores responsáveis por desperdícios.


Água
No caso da água, consertos de vazamentos e infiltrações, substituição de torneiras antigas por modelos econômicos com ciclo de fechamento automático e vazão de água reduzida, válvulas de descarga com fluxo reduzido, são algumas das medidas que estão sendo executadas, gradualmente.
O Plano de gestão e Logística sustentável (PGLS), prevê ainda a adoção progressiva de uma série de medidas visando a eficiência hídrica, tais como o aproveitamento da água da chuva e implantação de sistema de irrigação automatizado.


Energia

Sobre o consumo de energia, campanhas para a conscientização e sensibilização dos servidores são feitas regularmente, para lembrar a todos que podemos evitar os desperdícios. Simples ações como apagar a luz, desligar equipamentos eletrônicos e ares condicionados ao sair, fazem a diferença.
Com a adoção do PGLS e as ações de eficiência energética estabelecidas, o Senado  poderá se adequar às exigências das recentes leis e normas como a norma de Etiquetagem de Edificações.

Papel
Quanto ao papel, já avançamos bastante. Com a crescente tendência em implementar sistemas eletrônicos na Casa, foi possível reduzir os impressos em larga escala. Mais ainda temos muito trabalho pela frente.
A Secretaria Geral da Mesa (SGM) tem muitos motivos para comemorar importantes conquistas nesse segmento. A redução cada vez mais crescente dos impressos da Ordem do Dia tem peso significativo nesse processo.
Cerca de 75% dos resíduos secos produzidos no Senado Federal constituem-se de papéis nas mais diversas formas. Os papéis descartados são apanhados e levados até à Gráfica do Senado - SEGRAF -, onde é feita a pesagem e o recolhimento pela firma responsável, a Capital Indústria e Comércio de Produtos Recicláveis Ltda. O objeto do contrato é a venda de aparas de papéis e chapas de alumínio inservível da SEGRAF. A quantidade de aparas sofreu relevante redução a partir da aquisição de equipamentos que aperfeiçoam a utilização do papel.
Recentemente, o Senado Federal implantou o sistema de processo eletrônico, medida que possibilitou a economia de cerca de 950 mil folhas de papel por mês.

Copos descartáveis
O consumo de copos descartáveis comuns gera impactos ambientais diversos, desde a sua fabricação (plástico derivado de petróleo) até o seu descarte (sua decomposição pode levar até 450 anos). Não são recicláveis.e frequentemente são descartados nas ruas, contribuindo para a ocorrência de inundações. O Senado Verde promove campanhas periódicas para estimular o uso de canecas de louça, garrafinhas ou copos de vidro no ambiente de trabalho. Uma alternativa ao uso sistêmico dos copos descartáveis e consiste mais uma iniciativa em direção ao consumo sustentável.

Combustíveis
O gasto de combustível pelos veículos oficiais do Senado foi reduzido em quase 50% na última década. De acordo com dados da Coordenação de Serviços Gerais, responsável pela gestão das atividades de transportes na Casa, o consumo anual caiu de 499.912 litros em 2004 para 256.212 litros em 2014. O volume leva em consideração a soma do consumo de gasolina, álcool, biodiesel e, até 2006, óleo diesel fóssil.

Frota de veículos
Em outubro de 2006, o Senado começou a reutilizar a água utilizada na lavagem dos carros oficiais. Com esta medida, reduziu-se à época, em mais de 70% a água utilizada, baixando-se o consumo de 1500 m3 para 400m3.
Para tal, o setor de transportes instalou uma pequena estação de tratamento de efluentes para  onde a água coletada é enviada, tratada por meio de um sistema de peneiras, decantação e cloração e recirculada para reutilização.
Além disso, parte da água é utilizada para a irrigação dos jardins.
A economia mensal com a conta de água foi significante caindo para cerca de 20% do valor original.
O Senado foi o primeiro órgão público do Distrito Federal a utilizar biodiesel, um combustível renovável e menos poluente produzido a partir dos óleos de palma, dendê, soja, babaçu e mamona.
Outra ação tomada pelo setor de transportes foi garantir no contrato de locação dos veículos que a manutenção fosse permanente e periódica a cada 10.000 quilômetros. Tal medidas visa a reduzir o desgaste do veículo por excesso de uso das peças e dessa forma evitar o consumo exacerbado de combustíveis e a emissão de poluentes.
Além disso, é priorizada a compra de veículos com tecnologia flexpower, dando-se a preferência pelo uso do etanol, embora seja facultado aos gabinetes dos parlamentares o uso de gasolina; e, também é prevista em contrato a destinação ambientalmente adequada dos resíduos gerados pela frota de veículo locados como óleos e pneus.
Por fim, está em desenvolvimento o projeto Carona Solidária para reduzir o número de funcionários que vem ao trabalho em seu próprio veículo e também faz-se campanhas periódicas para incentivar os colaboradores a utilizar a estrutura existente dos bicicletários e vestiários.
Está em estudo a disponibilização de ônibus que conduzam os colaboradores até a rodoviária e outras áreas próximas a esplanada e a construção de uma estrutura mais adequada para abrigar as bicicletas além de vestiários mais completos.