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V Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz - 2012

Publicações dos Artigos dos Conferencistas da 5ª Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz
File Intervenções terapêuticas conjuntas na unidade de terapia intensiva neonatal e pediátrica - Mariza S. Inglez de Souza - Ano 2012
Este texto relata um trabalho, que há oito anos tenho acompanhado, de Intervenção Precoce na Relação Pais-Bebê, dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica – UTINP. Duas questões estimularam o desenvolvimento dessa experiência: 1ª O que se passa na relação mãe-bebê quando essa se desenvolve em uma situação adversa (aqui definida como doença do bebê, prematuridade e conseqüente internação em uma UTINP)? 2ª Seria possível diminuir o efeito dos fatores que podem dificultar o bom desenvolvimento da relação mãe-bebê, quando a dupla se encontra internada em uma UTINP? Como intervir em uma situação tão complexa?
File Programa atenção transgeracional a gravidez na adolescência - Diana Dadoorian - Ano 2012
As pesquisas que desenvolvemos sobre a questão da gravidez na adolescência privilegiaram o discurso das jovens sobre o seu estado e constataram um fato relevante: a gravidez é desejada inconscientemente pelas adolescentes, desempenhando assim, um determinado papel na sua vida psíquica e social.
File Um programa para crianças com idade entre 0 e 3 anos para prevenir a violência futuro - Maurice Berger - Ano 2012
Os comportamentos violentos dos jovens são um problema social em muitos países, especialmente quando esses transtornos persistem até a idade adulta. O serviço de psiquiatria infantil que dirijo é especializado em casos de crianças violentas e começou a pesquisar o tema há mais de 30 anos. Os trabalhos internacionais mostram que agora temos à disposição um conhecimento real sobre o assunto. A conclusão é que a origem dos comportamentos violentos situa-se normalmente nos três primeiros anos de vida, com crianças que foram negligenciadas e/ou maltratadas. Elas sofreram traumas relacionais iniciais de maneira repetida, cometidos pelos pais, que vivem de forma caótica, sem ritmo regular ou que são violentos, viciados em drogas, ou que estão sempre mudando de moradia ou que sofrem de problemas psiquiátricos. É surpreendente constatar que as crianças mais violentas não são as que foram agredidas diretamente, pois elas são mais rapidamente protegidas, mas aquelas que são expostas a cenas de violências conjugais. É preciso também destacar o papel da negligência que se refere às crianças cujos pais não falam com elas não sorriem para elas e ficam muito tempo em seu berço sem serem pegas no colo. Estadias longas em abrigos também podem ser prejudiciais.