Senadores condenam, em mídias sociais, ataque contra publicação francesa

Da Redação | 07/01/2015, 20h35 - ATUALIZADO EM 08/01/2015, 09h49

Por meio das mídias sociais, senadores juntaram-se às manifestações de apoio à liberdade de expressão e de protesto contra o atentado desta quarta-feira (7), em Paris, à revista Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos e 11 feridos.

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e Roberto Requião (PMDB-PR) postaram no Twitter a frase “Je suis Charlie” (Eu sou Charlie), estampada em cartazes de milhares de manifestantes em várias cidades da França e em outros países da Europa.  A frase pode ser lida em sete idiomas na página de abertura do site da publicação.

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) também usou o Twitter para comentar o atentado. “Compartilho a dor e presto solidariedade aos franceses e ao presidente Hollande nesse momento em que, de modo tão violento, vemos ser golpeada a liberdade de imprensa; vidas ceifadas. É profundamente triste!”, escreveu.

No Facebook, a assessoria do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) repudiou a ação terrorista e postou foto e frase da ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que em 2014 tornou-se a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz. “A melhor maneira de lutar contra o terrorismo não é com armas. É com canetas, livros, professores e escolas”, diz Malala, que sobreviveu a um atentado promovido pelo grupo Talibã, no Paquistão, em 2012. Malala defende o direito ao estudo formal para as mulheres do seu país, o que contraria os princípios defendidos pelo Talibã.

O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) publicou, no Twitter e no Facebook, cartoon do australiano David Pope. No desenho, diante de um cartunista baleado e caído no chão, um atirador tenta justificar o assassinato e fala: “He drew first”. A frase em inglês faz um trocadilho, podendo significar “Ele desenhou primeiro” ou “Ele sacou primeiro”.

 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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