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Perfil da Procuradora

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) nasceu em Videira, em Santa Catarina, e é a primeira Procuradora Especial da Mulher do Senado

Formada pela Universidade Federal do Amazonas, é a primeira farmacêutica no Senado do Brasil. Foi vereadora em Manaus por dois mandatos e eleita deputada federal em 1998, reelegendo-se nas votações de 2002 e 2006. Integrou a CPI dos Medicamentos e participou do projeto que implantou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. Em fevereiro de 2010, foi escolhida líder da bancada de seu partido, o PCdoB, na Câmara dos Deputados.  Elegeu-se senadora pelo Amazonas nas eleições gerais daquele mesmo ano, cargo que ocupa atualmente.

Vanessa compõe como titular as seguintes comissões: Assuntos Econômicos (CAE); Serviços e Infraestrutura (CI); Externa para averiguar in loco a situação política, social e econômica da Venezuela (CEVENEZ); Comenda Dorina Nowill (CDGN); Comenda de Direitos Humanos Don Elder Câmara (CDHC), e é suplente das comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e da de Assuntos Sociais (CAS).

A senadora é relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado destinada a investigar denúncias nos julgamentos realizados pelo Conselho Administrativos de Recursos Fiscais (CARF) e é conselheira do Conselho Nacional de Diretos Humanos (CNDH) da Presidência da República. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) compôs em 2016 a Comissão Especial do Impeachment.

Como Procuradora Especial da Mulher do Senado desde 2013, desenvolve junto com a bancada feminina no Congresso campanha permanente por mais mulheres na política. O resultado positivo foi a aprovação da minirreforma eleitoral (Lei 12.891/13), prevendo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promova campanha de incentivo às mulheres no período anterior às eleições, a ser veiculada nos meios de comunicação e em páginas institucionais.

A conquista mais recente da bancada feminina foi a inclusão na pauta do Plenário do Senado da Proposta de Emenda Constitucional (PECnº98/2015), aprovada na Comissão Especial da Reforma Política, que garante reserva de cotas para gênero nos três níveis do Parlamento brasileiro, começando com 10% de cadeiras, para em seguida alcançar 12% e 16%, a exemplo de como acontece em grande parte das casas legislativas de outros países. A PEC tramita agora na Câmara dos Deputados onde recebeu o número 134/2015.